COLEÇÃOANCESTRAIS
Ilustração de um dos livros de literatura afro-brasileira
LITERATURA AFRO-BRASILEIRA
Ilustração de Ponte de Pedra, livro de povos originários
POVOS ORIGINÁRIOS

COLEÇÃOANCESTRAIS

Literatura afro-brasileira e dos povos originários para o 1º ao 9º ano. 18 livros, dois por ano, um de cada matriz.

LITERATURA AFRO-BRASILEIRA · LEI 10.639/2003

    POVOS ORIGINÁRIOS · LEI 11.645/2008

      À esquerda do A, a literatura afro-brasileira. À direita, os povos originários. O 1º ano fica no alto e a cor escurece até o 9º. A coleção atende ao art. 26-A da LDB, obra a obra.

      HISTÓRIAS AFRICANAS E AFRO-BRASILEIRAS
      Kimbundu, Mpongwe, Akan, Xhosa, Basotho e Edo. Angola, Gabão, Gana, África do Sul, Lesoto e o antigo Reino do Benim. No Brasil, Luiz Gama.
      POVOS ORIGINÁRIOS
      Bakairi, Ikpeng, Kamayurá, Halíti-Paresí, Xavante, Tupi e Huni Kuin. Mato Grosso, Xingu, chapada dos Parecis, baixo Amazonas, rio Nhamundá e Acre.
      R$ 7,5 bi

      VAAR do Fundeb em 2026. 1 em cada 3 municípios ficou fora por não reduzir a desigualdade racial na aprendizagem. Veja o que a rede precisa fazer

      O QUE A COLEÇÃO RESOLVE

      A lei pede desde 2003. A escola precisa do livro que atende.

      Desde 2003, a história e a cultura afro-brasileira são obrigatórias em toda escola do país. Desde 2008, a dos povos originários também. Na hora de escolher o livro, a rede esbarra sempre nos mesmos problemas.

      “Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.”

      LDB, ART. 26-A, § 2º · REDAÇÃO DA LEI 11.645/2008
      O PROBLEMACOMO A ANCESTRAIS RESOLVE

      O livro diz “lenda indígena” ou “conto africano” e não diz de quem.

      Cada obra nomeia o povo, a língua e o lugar. São 18 histórias com origem identificada, de Angola ao Xingu.

      Conteúdo com culto, divindade ou rito trava a adoção na rede pública.

      A coleção é laica do começo ao fim. Nenhuma história tem divindade, culto ou rito, nem no enredo, nem na apresentação.

      Ninguém consegue mostrar de onde veio a história.

      Cada livro traz a fonte na própria página: autor, obra e ano. Quando é recontagem, o livro diz com essas palavras.

      O livro de literatura não conversa com o currículo.

      As atividades estão no próprio livro e nascem das habilidades da BNCC e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

      O professor não tem apoio para mediar o tema em sala.

      Cada título tem material do professor à parte, com plano de aula pronto.

      O mesmo tipo de texto serve do 1º ao 9º ano.

      A escrita muda ano a ano: tamanho do texto, da frase e tipo de narrador seguem a faixa de cada série.

      AS 18 HISTÓRIAS

      De onde vem cada livro, ano a ano.

      18livros2matrizes, uma para cada lei9anos, do 1º ao 9º48páginas por livro20 × 27cm, colorido

      O mesmo conto, dois povos

      O Pássaro que Punha a Mesa traz um enredo registrado entre os xhosa e entre os basotho. O Cabo de Guerra tem um gêmeo amazônico citado na apresentação. É aula pronta sobre o que é tradição oral.

      Mato Grosso nos livros

      Cinco das nove obras de Povos Originários são de Mato Grosso: Bakairi, Ikpeng, Kamayurá, Halíti-Paresí e Xavante. Cada ficha traz o município onde o povo vive hoje. O tamanduá aparece no 1º e no 2º ano, em dois povos, com duas explicações diferentes.

      DIFERENCIAIS

      O que esta coleção tem e as outras não.

      Laica do começo ao fim

      Nenhuma das 18 histórias tem divindade, culto, rito ou criação do mundo por um criador. Toda história passa por quatro filtros: laicidade, fonte, conteúdo escolar e respeito ao que cada povo guarda para si.

      A fonte está no livro

      Cada obra traz a origem identificada: autor, obra e ano do registro. Em compra pública, é a diferença entre uma coleção que afirma e uma que comprova.

      Cada obra nomeia o povo

      Kimbundu, Akan, Edo, Bakairi, Ikpeng, Xavante: o povo está na capa e na apresentação de cada livro.

      O Centro-Oeste está nos livros

      Cinco das nove obras de Povos Originários são de povos de Mato Grosso, com o município onde cada povo vive hoje.

      História da África, não folclore

      Do 7º ao 9º ano, fatos documentados: os bronzes do Benim, a rainha Njinga e Luiz Gama. É o que o § 1º do art. 26-A pede.

      Escrita calibrada ano a ano

      Extensão do texto, tamanho da frase e tipo de narrador mudam a cada série, a partir de Teresa Colomer e da BNCC. Menos de 500 palavras no 1º ano, mais de 5 mil no 9º.

      Letra bastão no 1º ano

      No 1º ano, história e atividades saem em letra bastão, em caixa-alta. Do 2º ano em diante, a fonte serifada de leitura.

      Ilustração sem estereótipo

      Nenhum cocar genérico, nenhum povo desenhado como fantasia. Cada personagem tem nome e um modelo só do começo ao fim do livro.

      ENTREGAS PEDAGÓGICAS

      O livro do aluno e o material do professor.

      Livro do estudante

      18 títulos · 48 páginas cada · atividades consumíveis

      Capa de O Cabo de Guerra
      O Cabo de Guerra · 2º ano · Literatura afro-brasileira

      5 páginas duplas do livro, do jeito que o aluno recebe.

      • Abertura e créditos
      • Por que este livro existe
      • A história ilustrada
      • Atividades
      • Colofão

      ANTES DA HISTÓRIA

      De onde vem a história, com o povo e a fonte. Por que o livro está na escola, com o art. 26-A citado. O que são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e qual deles aparece nesta história.

      A HISTÓRIA

      Texto e ilustração integrados, com o corpo da letra no limite alto da faixa do ano. Do 1º ao 5º ano, as palavras novas são explicadas no pé da página em que aparecem.

      ATIVIDADES NO PRÓPRIO LIVRO

      Quatro atividades com espaço de resposta: leitura do conto, respeito à diversidade, cultura africana ou dos povos originários e ODS. O aluno escreve no livro, que é dele.

      Material do professor

      18 publicações à parte · 14 a 20 páginas cada

      Capa do material do professor de A Casa de Mani
      Capa do material do professor · A Casa de Mani · 4º ano

      5 páginas do material do professor de A Casa de Mani.

      Não é o livro do aluno com páginas a mais. É outra publicação, uma por título, montada de trás para frente: primeiro onde a turma precisa chegar, depois como saber que chegou, e só então a aula.

      1. Onde se quer chegar. As habilidades da BNCC com o texto da Base e as metas da Agenda 2030 na redação oficial.
      2. Como saber que chegou. Rubrica de três níveis para entregar à turma antes das atividades e cinco sinais de que a turma não chegou.
      3. O plano de aula. Sequência de 4 a 7 aulas de 50 minutos, com as paradas durante a leitura e onde a turma costuma travar.
      4. O que saber antes. O povo ou o fato histórico, a fonte e as perguntas que a turma faz, com a resposta de cada uma.
      5. Para ir além. Onde conferir cada dado e o que ler antes da aula. Nas ficções históricas, o que é documentado e o que foi criado, item por item.

      PARA A GESTÃO DA REDE

      Sua rede está preparada para as novas exigências educacionais?

      A Ancestrais é literatura. E também é uma resposta pedagógica a três compromissos que hoje pesam no orçamento e na avaliação da gestão municipal.

      VAAR · FUNDEB · CONDICIONALIDADE III

      O QUE É O VAAR

      Valor Aluno Ano por Resultado. É uma das três partes do dinheiro que a União complementa no Fundeb. Dos 23 pontos percentuais dessa complementação, 2,5 vão para as redes que cumprem cinco condicionalidades de gestão e melhoram seus indicadores de atendimento e de aprendizagem com redução das desigualdades.

      O VAAR paga a rede que reduz a desigualdade racial na aprendizagem.

      R$ 7,5 bide complementação VAAR distribuídos em 2026
      1 em 3municípios ficou fora por não cumprir a Condicionalidade III

      A Condicionalidade III (Lei nº 14.113/2020, art. 14, § 1º, III) exige a redução das desigualdades socioeconômicas e raciais medidas no Saeb. O próprio MEC aponta esse critério como o que mais impede redes de receber o recurso.

      Manter e aumentar o VAAR depende de a rede fechar essa distância. E fechar essa distância passa por atender, em sala de aula, ao que as Leis 10.639 e 11.645 pedem:

      1. Acervo étnico-racial na mão de cada aluno, todo ano, do 1º ao 9º
      2. Professor formado para mediar o tema
      3. Prática antirracista contínua na escola
      4. Desigualdade racial menor no Saeb, e o VAAR mantido
      Saeb 2023 × 2025define o VAAR de 2027 e 2028
      Saeb 2027define o VAAR de 2029 e 2030. É o trabalho do ano letivo de 2027.

      A compra de livros não é, por si, critério do VAAR. O que conta é o resultado medido no Saeb. A Ancestrais é parte da estratégia pedagógica da rede para chegar a esse resultado.

      SELO NACIONAL COMPROMISSO COM A ALFABETIZAÇÃO 2026

      até 6pontos

      Materiais específicos para escolas indígenas, quilombolas e do campo.

      O Edital MEC nº 7/2026 (Anexo II, item 19) prevê até 6 pontos para redes que comprovem a distribuição impressa de materiais complementares específicos para alfabetização e recomposição das aprendizagens nessas escolas. A Ancestrais pode contribuir para o atendimento desse critério, com adequação às modalidades e comprovação da distribuição, conforme as regras do edital.

      O item 19 vale para escolas indígenas, quilombolas e do campo. Municípios sem essas modalidades recebem a pontuação máxima do item automaticamente, conforme o edital. A compra não garante pontuação.

      LEIS 10.639/2003 E 11.645/2008

      Não é escolha pedagógica. É exigência legal.

      Desde 2003 e 2008, o ensino da história e cultura afro-brasileira e dos povos originários é obrigatório no ensino fundamental e médio. A Ancestrais transforma essa obrigação em prática: 18 livros, atividades alinhadas à BNCC e material próprio do professor por título.

      Ancestrais. Mais que livros: uma resposta às políticas educacionais do seu município.

      Fontes: Lei nº 14.113/2020, art. 14, § 1º, III; MEC, evento “Rotas da Equidade · Como alcançar a Condicionalidade III do VAAR/Fundeb”, maio de 2026 (complementação VAAR de 2026 e municípios não habilitados); Inep, cronograma de aferição da Condicionalidade III; Edital MEC nº 7/2026, 3ª Edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização.

      PARA A COMPRA PÚBLICA

      Pronta para entrar no processo de compra da rede.

      SEGMENTO
      Ensino Fundamental, 1º ao 9º ano
      OBRAS
      18 livros, 9 por matriz
      POR ALUNO
      2 livros por ano, um de cada matriz
      FORMATO
      20 × 27 cm, colorido
      MIOLO
      48 páginas, atividades consumíveis
      PROFESSOR
      Material próprio por título
      FORMAÇÃO
      Disponível para a rede
      • Cada obra com ISBN e ficha catalográfica próprios.
      • Atendimento às Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 demonstrado título a título.
      • Fonte de cada história declarada no livro.
      • Atividades alinhadas à BNCC e à Agenda 2030, com os códigos no material do professor.
      • Especificação técnica e lista de títulos por ano e matriz para o processo.

      FALE COM A SAVIESA

      Leve a Ancestrais para a sua rede.

      A gente envia a especificação técnica, a lista de títulos por ano e matriz e o livro de amostra.

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